Entrevistas

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‘Um Bom Lugar’, entrevista com Thommy Tannus

Thommy lançou seu mais novo single, ‘Um Bom Lugar’, que conta com várias parcerias como Chris Du Voisin no baixo, Andrey Rodrigues no synth e dois nomes que conhecemos bastante, Renato Lellis na bateria e Natália Noronha no vocal. Se você ainda não conhece um bom lugar para se esconder pela noite, você precisa ouvir este single! Ouça:

Confira a entrevista completa que fizemos com o Thommy, sobre o single ‘Um Bom Lugar’, em parceria com Nátalia e Renato, Thommy nos contou qual seria esse lugar:

Suporte PJFP: Fala Thommy, primeiramente gostaríamos de agradecer o espaço e tempo com essa entrevista, e dizer que o single segue em loop, desde o seu lançamento.  Como se deu a composição nessa música, alguma inspiração?

Thommy: Fala galera, parabéns pela dedicação que vocês tem com a banda, se todos tivesse um suporte como esse a carreira seria mais fácil, em todos os sentidos. Fui influenciado totalmente pela Plutão. Quando eles vieram gravar aqui no estúdio a música Estrondo, trocamos varias ideias sobre influências de cada um e fiz essa música em homenagem a eles. Acho que esse som simboliza o que eu faria com o som deles. Se eu produzisse  um álbum inteiro deles com certeza seria nessa pegada rs.

Suporte PJFP:  Sabemos que é muito amigo do Renato e que já fizeram alguns trabalhos juntos, como é essa divisão trabalho/amizade?

Thommy: Conheci o Re na escola em um festival de banda que rolava nos recreios, ele tinha 13 anos mais ou menos e já tocava tudo isso que a gente vê em shows. Nos encontramos em outros festivais de escolas em São Paulo mas nunca havíamos conversado de verdade. Em 2013 comecei a compor meu primeiro trabalho solo, depois de passar por algumas bandas, e o produtor na época me apresentou o Re. Foi engraçado porque a gente se conhecia de vista, mas nunca imaginaríamos trabalhar juntos. Fizemos muitos shows e nossa amizade cresceu, sempre com muito profissionalismo quando o assunto era trabalho. Quando montei o estúdio no final de 2015 ele me ligou pra conhecer o espaço e desde então ele é o baterista oficial de projetos de artistas que não tem banda. Já gravamos mais de 100 músicas por aqui, sempre com muita dedicação ao sonho do artista em ter sua música gravada. Ele é um irmão que ganhei nessa jornada e, poucos sabem, mas é o melhor baterista da América Latina.

Suporte PJFP: Poderia nos contar quais são as suas maiores influências musicais? Quem não sai da sua playlist atualmente?

Thommy: Sempre fui fã de Foo Fighters, mas minha formação musical vem do punk e HC, Ramones, Bad Religion, Dead Fish e essa galera que não economiza em guitarras distorcidas, gritaria e pé na porta.

Suporte PJFP: A composição de “Um Bom Lugar “, nos questionou muito se existe algum lugar que te inspirou durante a composição. E como foi o processo de gravação junto com a Natália Noronha e Renato Lellis?

Thommy: Não pensei e algum lugar em específico, acho que um bom lugar é longe de todo esse caos que vivemos, uma fuga de rotina e uma realidade alternativa e prazerosa. Eles vieram em dias separados para gravar. O Re gravou em 10 min, escolhemos o take que tinha as melhores viradas e o melhor groove pra música ficar dançante. Ele sempre grava takes inteiros sem edições por aqui, então foi fácil o processo. A Natália é incrível, muito cuidadosa com cada palavra cantada. É sempre uma aula ver ela gravando e seu envolvimento com a música é inspirador. Tive muita sorte em poder trabalhar com ela em dois projetos e minha gratidão é eterna, ela sabe que pode contar comigo

Obrigado pelo tempo de vocês galera! 

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Natália Noronha faz participação em novo disco de Bemti

Batemos um papo com Bemti, sobre o seu disco, “era dois”, que tem participação de Natália Noronha.

 

O mais novo trabalho do Bemti se chama “era dois”, lançado na madruga desta sexta-feira (03/08), nas plataformas digitais, o disco só foi produzido por  Luis Calil, com 10 faixas, o cantor convidou alguns artistas para participar do disco como, Jonny Hooker na faixa ‘Tango‘, Natália Noronha na faixa de ‘Às Vezes eu me Esqueço de Você‘, Marisa Brito na faixa ‘Carta a um Marinheiro‘ e Tuyo na faixa de ‘Outro‘.

Temos que confessar que o “era dois” está em loop desde a hora de lançamento. Com um gostinho de romances, desencontros e também de otimismo e seguindo em frente sempre.

SuportePJFP: Poderia nos contar quais foram suas maiores influências musicais para o “era dois”?

Bemti: Essa resposta é muito ampla, porque como é o meu primeiro disco solo, ele foi soando naturalmente como muita coisa que eu ouvi a vida inteira. Tem muito do rock alternativo do começo dos anos 2000 (principalmente Keane, Mew, Guillemots, Editors…), muito Clube da Esquina, música caipira, Abba, novos artistas brasileiros (Baleia, Tulipa…) enfim, um caldeirão.

SuportePJFP: Como foi o processo de composição do disco?

Bemti: 9 das 10 músicas foram feitas ano passado durante um processo em que a minha vida virou de pernas pro ar. Eu tenho uma banda (Falso Coral) onde não sou o vocalista principal e pra mim me posicionar como cantor e acreditar na minha voz foi uma longa jornada! O disco é sobre reconstrução pessoal e se entender melhor como pessoa (a capa é bem sobre isso), sobre deixar pra trás pessoas e coisas que te fizeram mal (e também as que fizeram bem), e ficar pronto pra encontrar o amor novamente.

Suporte PJFP: O disco possui participações incríveis Johnny Hooker, Fernanda Kostchak (Vanguart), Tuyo e Natália Noronha (Plutão Já Foi Planeta), como foi a escolha dos feats?

Bemti: O processo de escolha das participações foi muito orgânico mas cada escolha foi uma jornada diferente. Eu não tinha uma ambição de fazer um disco com tantas vozes de tantas regiões diferentes do Brasil mas foi acontecendo (e fiquei muito feliz com o resultado!). Eu já era amigo do Johnny e da Fernanda Kostchak (que toca violino em Tango), mas a Natália e o pessoal da Tuyo eu não conhecia. O convite pra Natália foi feito via twitter! A “Às Vezes…” é a música mais pop e ensolarada do disco e amo a energia que a Natália deu pra faixa e a sinergia que a gente passa quando você escuta. A voz dela foi uma escolha muito acertada pra essa atmosfera, ainda bem que ela topou o convite via twitter!

Suporte PJFP: A composição de “Às Vezes eu me Esqueço de Você“, os encontros e desencontros de grandes amores que não conseguem terminar de escrever aquela velha história, e um rascunho que ficará ali permanentemente. Como foi a composição dessa faixa e como foi o processo de gravação junto com a Natália Noronha?

Bemti: Essa música foi gravada em São Paulo, em Goiânia e em Natal! A Natália fez a parte dela na última temporada que ela passou em Natal e a gente ficou combinando tudo à distância. Acho uma delícia pensar que uma música tão aconchegante foi montada com pecinhas de lugares tão diferentes! Sobre a composição, foi bem dolorosa na verdade… Foi uma tentativa de transformar numa coisa bonita e ensolarada um sentimento. Que tava acabando comigo, que é esse de não conseguir esquecer pra valer alguém que te fez muito mal mas por quem você ainda sentia alguma coisa. Aí tem a viola caipira fazendo uns acordes muito abertos e todos os timbres de videogame e a música vai pra outro lugar, mas é uma música bem dolorida!


Ouça “era dois” nas plataformas digitais e Redes sociais de Bemti

Spotify | Apple Music | DeezerYoutube

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Estrondo, processo de composição!

Batemos um papo com Natália Noronha sobre como foi o processo de composição de ESTRONDO.

“Quem nunca teve aquela relação com alguém que foi estrondosa?”

Confira a entrevista na integra e muitas novidades sobre o single!

Como foi o gatilho para a composição da letra e todo o desenvolvimento de pós-produção?

Natália Noronha: Então, tanto a parte lírica (a letra) quanto a parte da música de estrondo aconteceram de uma forma muito inesperada. Eu já tinha um riff de guitarra a algumas messes e uma parte do primeiro verso da música: “Toda vez que você me toca, um sol nasce no horizonte na minha superfície…”. Esse verso já existia e eu já havia escrito a muito tempo, só não tinha conseguido dar procedimento e evoluído para uma letra inteira mesmo. No final do ano passado estava sozinha em casa e comecei a tocar o riff e completar o verso e transformá-lo numa letra. E como este verso já traz palavras que se referem a natureza, como: “Horizonte, superfície…” Eu tive a ideia de entrar de vez nessa temática da natureza. Na medida que eu ia compondo e evoluindo a letra, eu fui pesquisando sobre a pororoca e aí fui me interessando cada vez mais, quanto mais eu lia, quanto mais pesquisava e via pessoas conversando sobre o assunto e fui cada vez achando um tema muito interessante de ser explorado, inclusive poeticamente

A música por si só já diz muito em suas metáforas. Mas poderia evidenciar a simbologia por trás dessa música e qual é a sua ideia central?

Natália Noronha: A letra se origina muito de analogias e metáforas, ao mesmo tempo em que você está falando sobre a natureza você está falando sobre você mesmo (no caso o eu lírico). A Pororoca veio no caso, para comparar as relações que nutrimos no decorrer da vida, inclusive as sexuais. Então a letra tende muito para uma pegada sexual e exatamente isso, o encontro do rio e do mar, como se fossem duas energias diferentes que quando se encontram causam um grande acontecimento catastrófico e é assim que acontece nas nossas relações. Quem nunca teve aquela relação com alguém que foi estrondosa, apocalíptica?

‘Estrondo’ … A definição é um barulho alto forte e por vezes prolongado. Na música vocês falam de dois corpos que se chocam, um feito da natureza. Para você que compôs, qual seria importância desse fenômeno natural e de que forma o enxerga?

Natália Noronha: O encontro do rio e do mar, encontro de duas forças distintas que se encontram causando um ESTRONDO. Enxergo como momento de mudanças, acontecimentos grandiosos.

A música consegue trazer em seu nome uma ideia forte e na sua essência, um ritmo suave e envolvente. Poderia nos falar qual foi a inspiração sobre a ideia de brincar com esse paralelo do rio e mar, suave e intenso?

Natália Noronha:  Acho que dá para fazer sim um paralelo do rio e mar, ao caráter que cada tipo de água tem. O rio ele é mais calmo enquanto que o mar é mais bravo. Musicalmente, isso pode ser representado na levada da música que é bem dançante e sensual, com a melodia muito forte, justamente esse encontro causa um estrondo, quando chega no refrão é uma explosão. Aquele momento do instrumental da banda no refrão é onde acontece a Pororoca, o encontro do rio com o mar, onde nessa parte do single é uma parte mais rock n’ roll do que o resto da música, ainda assim, tem muitos sintetizadores, muitas coisas acontecendo e ali é onde acontece o ESTRONDO!  Mas a música por inteira, ela brinca muito com esse contraste do suave, sensual e da intensidade do rock.

Vocês lançaram esse single pouco tempo antes da apresentação no Lollapalooza, é uma forma de marcar o início de mais uma nova fase? Qual a expectativa de vocês em unir a adesão dessa música ao repertório com o festival?

Natália Noronha: Na verdade essa música, ela chegou de uma forma muito natural, eu particularmente estava sem compor algo novo para o Plutão faz algum tempo, alguns poucos anos. De lá para cá, eu vim ouvindo muitas coisas diferentes, novas experiências a mudança para São Paulo e isso refletiu no meu processo de composição. Então, no fim do ano passado comecei a desenvolver essa música, e coincidentemente foi se aproximando um momento “pré-lolla” e aí decidimos que seria um belo momento de lançar algo novo,  como uma forma de representar a nossa mudança de Natal para São Paulo, estamos morando em SP a quase um ano e acredito que de lá pra cá muitas coisas aconteceram no sentido de nos evoluir e nos mudar como artistas, Estrondo tem ali um Plutão um pouco mais diferente artística mente e também pessoalmente por tudo que vivemos nesse último ano.

Mal foi lançada a música e os fãs (inclusive tenho alguns palpites de roteiro), já comentam que imagina um belo clipe dela. Já existe algum plano para clipe ou ainda vão aguardar a correnteza guiar as próximas direções?

Natália Noronha: Vai ter clipe sim! Como? É melhor ainda não falar, vamos aguardar aí!

O que a palavra “Estrondo” representa para a banda nesse momento? Seria a representatividade de novas águas, encontros e fluxos?

Natália Noronha: Estrondo representa um momento de mudança, um momento de encontro, um momento de desenvolvimento… E é o que tem acontecido com a gente, nos mudamos para São Paulo, tocamos em muitas cidades, muitos festivais, lançamento de novo disco. Começar uma vida quase que do zero em uma outra cidade, isso tudo tem um impacto muito grande na nossa formação tanto como pessoas e artistas. Estrondo vem exatamente para demarcar um momento de mudanças no Plutão, um momento de conhecer novos caminhos e explorar novos elementos, acho que é um momento de a conhecimento sempre pra melhor, nesse sentido.

Entrevista por: Diego Alves


OUÇA ‘ESTRONDO’


FICHA TÉCNICA

Composição: Natália Noronha Artista: Plutão Já Foi Planeta Vozes: Natália Noronha Bateria: Renato Lellis Baixo: Vitoria de Santi Guitarras: Sapulha Campos/Gustavo Arruda Teclados/sintetizadores: Natália Noronha/Cris Botarelli Beats: Cris Botarelli Percussão: Luís Fernando Siqueira Mixagem: Thommy Tannus Masterização: Thommy Tannus Produzido por Plutão Já Foi Planeta e Thommy Tannus Gravado, mixado e Masterizado no Tannus Estúdio Distribuído pelo selo Slap Capa: Natália Noronha Foto: Murilo Amâncio

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Entrevista Renato Lellis

Entrevista com Renato Lellis, novo baterista do Plutão Já Foi Planeta

Fizemos essa entrevista muito massa com Renato Lellis, o mais novo baterista do Plutão Já Foi Planeta, para vocês conhecer um pouco mais, acessem o perfil dele aqui, para saber mais coisas!
1- Essa primeira é bem clichê, mas conta pra gente, quais as tuas principais influências?
Acredito que minhas principais influências sejam o Rock, Soul music, Surf music e a musica brasileira com destaque aos tropicalistas.
2- Sabemos que você é multi-instrumentista, quais os instrumentos que você toca, além de bateria?
Além da bateria eu toco C. baixo, guitarra, piano, escaleta, ukulele…Mas só tirando uma onda 🙂
3- Como foi receber o convite para integrar ao Plutão? Já conhecia a banda?
Receber o convite foi totalmente inesperado! Estou muito feliz e honrado. Caiu a ficha só depois do primeiro show. Agradeço eternamente pela confiança e carinho, a Khalil, a cada um da banda e a todos os fãs que mandam mensagem e nos acompanham dia a dia. Sim, já conhecia a PJFP 🙂
4- Pesquisamos um pouco sobre você… Temos um taurino em Plutão bicho!? Então, a pergunta que não deve faltar, qual sua comida?
Poxa, uma só? Qualquer tipo de massa, hambúrguer e açaí.
5- Vicia e muito! Quantas tatuagens você tem? Pretende fazer mais algumas?
 Vicia mesmo! no momento tenho 5. Pretendo rabiscar mais!
6- Animal favorito? Gato ou cachorro?
Amo os dois, mas…cachorro 🙂
7- Além de músico também compõe, já rolou alguma composição com Sapulha, Gustavo e Natália?
Componho há um tempo sim. Ainda não rolou, mas espero e boto fé que vai!
8- Já pisou em terras potiguares? Não, venha simbora bicho?
Jaaaaaa <3 algumas vezes. Tô doido pra voltar!
9- Acompanhando alguns vídeos, percebemos que você anda falando muito ‘bicho’, já falava antes de conhecer Gustavo? Hahaha
Já falava, porque meu pai usa muitas gírias setentistas até hoje, mas com a tal entonação  foi depois de conhecer o glorioso Gustavão, bicho! hahahaha
10- Estamos chegando ao fim, mas queremos agradecer ao tempo que nos deu respondendo essa perguntas! Deixa um recadinho aos Plutônicos.
Plutônicos! Estamos conectados e nos encontraremos por aí! Mais do que nunca, bicho! Obrigado pelo carinho indescritível desde o primeiro momento. Muito Amor à essa família!
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Natália Noronha em entrevista ao Catraca Livre SP

Natália Noronha deu entrevista ao Catraca Livre SP

Durante live na página do Catraca Livre SP, Natália contando tudo sobre agenda, novo disco e muito mais, confiram a entrevista completa: